Bruce Lee – Imortal

Parece impossível que 11 anos após a morte de Bruce Lee seus filmes continuem sendo exibidos em cinemas de todo o mundo, sua imagem continue captada em tantos pôsteres, seu rosto continue capa de tantas revistas! Temos a impressão de que o falecido herói está mais vivo que muitos astros que o sucederam! O que torna Bruce Lee único é a variedade de talentos que possuía e o que realizou nos seus curtos 32 anos de vida. Foi o mais perfeito lutador que o cinema conheceu: ninguém conseguia (nem consegue) mais rapidez e graça diante das câmeras. Todavia, a habilidade de Bruce Lee não era apenas vista no cinema. Sérios e respeitados artistas marciais admiravam a dedicação através da qual Lee se tornara um dos mais formidáveis lutadores de todos os tempos! Bruce era inteligente o bastante para perceber o que havia de errado com as artes marciais existentes e remodelar os sistemas de combate de tal forma que nunca mais seriam os mesmos de antes… Sua filosofia de adaptação, Jeet Kune Do, transcendeu as limitações das artes marciais para inspirar seus seguidores em muitas áreas da vida. A isto tudo se acrescente sua ilimitada energia, soberbo físico, simpatia e encanto pessoal que o tornaram um dos mais fotogênicos astros da história do cinema. Sua habilidade cinematográfica, embora dependesse mais da ação do que da representação em si, foi única e deixa até hoje uma poderosa impressão. Ainda que suas habilidades não tenham tido realmente uma boa chance de se desenvolverem plenamente no cinema, o material que nos foi deixado mostra que Lee possuía um aguçado sentido para o espetáculo, o que o levaria a fazer filmes que teriam muito mais senão apenas espetacular coreografia de cenas de combate. Bruce Lee continua vivo no coração de seus inúmeros admiradores em todo o mundo… e esta coleção intenta proporcionar a seus fãs do Brasil momentos de recordação e esclarecimento.

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Postado por: Vinícius Lee

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Crônica da Vida do Grão-Mestre Ip Man

1899 – 1905 (Ip Man dos 6 aos 12 anos) Foshan

Ip estuda Wing Chun Kung Fu com Chan Wah Shun no salão da família Ip, no principal distrito de Foshan (Song Yuen Dai Gai)
Na época, estudaram junto com Ip Man: Lui Yui Chai, Ng Chung So, Chan Yui Min, Ng Siu Lo e outros.

1905 (Ip Man com 12 anos) Foshan

Chan Wah Shun morre, mas antes de partir, ele pede a Ng Chung So para ajudar Ip Man a completar o sistema. O corpo de Chan Wah Shun é levado por seus discípulos para a vila de Chan, em Shunde, para a cerimônia fúnebre.

1905 – 1907 (Ip Man dos 12 aos 14 anos) Foshan

Ip Man, seguindo as últimas palavras de seu mestre, continua seu treinamento com Ng Chung So, na escola situada em Sin Heung, Foshan.

1908 (Ip Man com 15 anos) Hong Kong

Com o patrocínio de seu parente, Pong Wai Ting, Ip chega a Hong Kong para estudar no St. Stephen College. Ip viveu em Craine Road, Hong Kong.

1909 – 1913 (Ip Man dos 16 aos 21 anos) Hong Kong

Ip conhece Leung Bik, o segundo filho do falecido Grão-Mestre Leung Jan, através de um colega de classe e estuda com ele por quatro anos.

1914 – 1937 (Ip Man dos 21 aos 44 anos) Hong Kong – Japão – Foshan

Em 1914, com a ajuda do irmão de Ip, Ip Gai Gak, havia planejado continuar seus estudos em Kobe, no Japão, mas este plano foi arruindado por algumas razões.
Durante os últimos 20 anos, o principal trabalho de Ip havia sido no exército e na policia. Casou-se com Cheung Wing Sing e teve quatro filhos, dois meninos, Ip Hok Chun (Chun Ip), Ip Hok Ching (Ip Ching), e duas meninas, Ip Ar Sum e Ip Ar Woon.
Quando Ip quando não estava trabalhando, ele gostava de se reunir com outros lutadores e colegas de escola Wing Chun em sua casa para praticar e trocar idéias sobre artes marciais. Ip havia instalado um boneco de madeira no canto de sua sala de estar. Naquele momento, praticavam com Ip Man: Yuan Shan Kay, Yiu Choi, Ip Chung Hong, Lai Chi Hip, Tong Gai e outros. Assim, ele tornou-se famoso entre a comunidade de artes marciais do sul da China.

1937 (Ip Man aos 44 anos) Foshan
O Japão invade a China.

1937 – 1945 (Ip Man dos 44 aos 52 anos) Foshan

A China foi ocupada pelo Japão. Ip Man jurou não ser usado pelo fantoche governo japonês, razão pelo qual se tornou muito pobre. Felizmente, o seu bom amigo, Chow Ching Chuen lhe dava apoio financeiro de tempos em tempos. A fim de retribuir a bondade de seu amigo, Ip aceitou seu filho, Chow Kong Yiu como aluno. De 

1941 a 1943, ele ensinou Wing Chun Kuen em Luen Cheung Cotton Mill na Wing On Road. Chow Kong Yiu, Kwok Fu, Chan Chi Sun, Ng Ying, Lun Kai, Chow Sai e outros foram o primeiro grupo de estudantes de Ip Man. Kwok Fu e Lun Kai ainda estão vivos e ensinam Wing Chun Kuen em Foshan hoje.

1945 (Ip Man aos 52 anos) Foshan

O Japão se rende.

1945 – 1949 (Ip Man dos 54 aos 56 anos) Guangzhou, Foshan

Este foi o período mais movimentado na vida de Ip Man. Ele teve inclusive que deixar sua amada arte Wing Chun Kuen por algum tempo. Apesar do trabalho o manter ocupado, Ip ainda treinou Pang Nam nas formas de Wing Chun na Associação Atlética Sheung Sha Chung Yee, em razão do sincero pedido de seus amigos Tong Gai, bem como de Pang Nam.

1949 (Ip Man aos 56 anos) Macau, Hong Kong

Ip Man passa por Macau e Hong Kong. Ip tinha ficado duas semanas em Cho Dui Street com alguns amigos que possuíam uma loja de aves.

1950 – 1953 (Ip Man dos 57 aos 60 anos) Hong Kong

Em julho de 1950, através da indicação de Lee Man, Ip Man começa a ensinar em Tai Lam Street, Shamshuipo, Kowloon. A primeira turma de Wing Chun foi a da Restaurant Workers Association (Associação dos Trabalhadores em Restaurantes). Nesta turma havia Leung Sheung e Lok Yiu. Mais tarde, entraram Tsui Sheung Tin, Ip Bo Ching, Chiu Wan, Lee See Wing, Law Ping, Man Siu Hung entre outros. Ip Man também ensinou na sede da Restaurant Workers Union (União dos Trabalhadores em Restaurantes), localizada em Sheung Wan, em Hong Kong. Alunos incluídos: Lee Wing, Yue Mei King, Lee Ngan Foon e outros.

1953 – 1954 (Ip Man dos 60 aos 61 anos) Hong Kong

Nesta época a escola foi transferida para Hoi Tan Street. Os alunos foram Wong Shun Leung, Wong Kiu, Wong Chok, Ng Chan e outros. Ip Man ensinou também em aulas particulares no Three Princes Temple em Yui Chow Street, Shamshuipo, para Lee Hon entre alguns outros.

1954 – 1955 (Ip Man dos 61 aos 62 anos) Hong Kong

A escola volta para a sede da Restaurant Workers Union. Neste momento, Ip foi acompanhado por Lee Kam Sing, Kan Wah Jeet (Victor Kan), Lo Kam Man, Cheung Cheuk Hing (William Cheung) e outros.

1955 – 1957 (Ip Man dos 62 aos 64 anos) Hong Kong

Ip Man muda a escola para a Lee Tat Street, Yaumatei, Kowloon. Alunos como Chow Tze Chuen, Lee Siu Lung (Bruce Lee), Chan Shing, Cheung Hok Kin (Hawkins Cheung), Siu Yuk Man, Poon Ping, Pang Kam Fat se juntam à escola naquele momento.

1957 – 1962 (Ip Man dos 64 aos 69 anos) Hong Kong

Ip Man muda sua escola para Li Cheng Uk Estate. Neste momento, os alunos foram Chow Tze Chuen, Ng Chan, Wong Chok, Mak Po, Yeung Hei, Moy Yat e Ho Kam Ming. A maioria das aulas particulares de Ip Man, foram lecionadas durante este período:
• Shun Kei, Pottery Shop, Shaukeiwan. Os alunos foram Wong Bak Yee, Wong Wing, Yeung Chung Hon, Wong Kwok Yau e outros.
• Po Lak Hong, Tsimshatsui. Os alunos foram Tong Cho Chi, Lee Wai Chi, Chan Tak Chiu, Tam Lai e outros.
• Tai Po Road. Os alunos foram Chung Kam Chuen e Chung Wing Hong.

1962 – 1963 (Ip Man dos 69 aos 70 anos) Hong Kong

Neste período a escola foi transferida para o edifício Hing Ip, 61, Tai Po Road, Shamshuipo. Seus alunos foram Cheung Yiu Wing, Ho Luen, Cheung Ching On, Chan Luen Lam, Chan Tai Yim e Kwok See Yan. Aulas particulares foram sediadas em Yee Wah Tailor Shop em Tsimshatsui. Alunos: Peter Cheung e os antigos alunos da Po Lak Hong.

1963 – 1965 (Ip Man dos 70 aos 72 anos) Hong Kong

A escola foi transferida para o piso superior do Restaurante Tai Sang em Fook Chuen Street, Taikoktsui. Originalmente, este tinha sido um armazém de propriedade de Ho Luen, que permitiu a Ip usá-lo. A maioria dos alunos da escola do edifício Hing Ip também se mudaram para lá. Juntos com Ho Luen, havia também os estudantes Yeung Chung Hon, Wat Yung Sang, Pang Kam Fat, Cheung Ching On, Lee Yan Wing, Yau Hak So e outros. Durante este período, Ip Man também ensinou oficiais da polícia, em aulas particulares na Hin Hing Street, San Po Kong, incluindo os alunos Tang Sang, Nam Yin Fat, Yuen Chi Kong, Lee Yiu Fai, Wong Kwok e outros.
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1965 – 1972 (Ip Man dos 72 aos 79 anos) Hong Kong

A escola no Restaurante Tai Sang havia acabado e Ip Man vivia no seu apartamento em Tung Choi Street. Devido à sua idade avançada, Ip estava parcialmente aposentado. Apesar disso, ele ainda estava ensinando em aulas particulares. Durante este período, tiveram aulas: Wong Chung Wah, Wong Hei, Hon Chak Chuen entre outros. Ele também ensinou em três outros locais:
• O Ving Tsun Athletic Association, que em 1967 foi a primeira sociedade de artes marciais a ser oficialmente registrada com o governo. A Associação decidiu, então, abrir turmas de Wing Chun na VTAA. As turmas eram lideradas por Ip Man. Ajudando-o estavam Chung Ching On, Fung Hon, Wong Hon Chung e outros. No entanto, durou apenas cerca de 3 meses.
• A residência de Chan Kai Hong em Waterloo Road. Lá estudaram Chan Kai Hong, os irmãos Siu Lung, Wong Tze On, Chan Kam Ming, Chung Yau, Lau Ying Kau, Man Yim Kong e outros.
• Tze Yau Road. Quando Chan Kai Hong não pôde continuar oferecendo sua residência, Ip Man mudou-se para cima do telhado da casa de Lau Ying Lam. Os alunos aqui foram Wong Chi Ming e uma aluna chamada Ng Yuet Dor.
• Siu Fai Toi na casa de Ip Sing Cheuk. Ip Sing Cheuk era um advogado. Além dele, o resto dos alunos também foram, em sua maioria, advogados. Este foi o último local em que Ip Man ensinou Wing Chun.
Ip Man faleceu em sua casa na Tong Choi Street no dia 2 de dezembro de 1972. Ele tinha 79 anos. Seu túmulo está situado em Fanling.

Fonte da Informação:
“Grandmaster Ip Man Centenary Birth” publicado pela Ving Tsun Athletic Association.

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Postado por: Vinícius Lee

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Van Damme fala de Bruce Lee em entrevista

O sonho de Hollywood: Entrevista com Jean Claude Van Damme por Don Warrener 

Van Damme cita Bruce Lee como exemplo a se seguir na carreira

DW – Há mais alguma coisa que você gostaria de sugerir aos jovens artistas marciais que querem assumir o seu lugar?

JCVD – Bem melhor eu ter cuidado com o que digo, porque alguns deles simplesmente poderia fazer isso. Então eu estaria fora de um trabalho. Não, estou só brincando, se eu posso fazer uma sugestão que vai ajudar alguém, eu ficaria muito feliz.

Se eu quisesse ser um superastro de artes marciais em Hollywood hoje eu iria tentar determinar o denominador comum que permitiu que os outros chegaram ao topo.

Por exemplo, o número um astro de artes marciais de todos os tempos foi Bruce Lee. Quando eu olho para ele, eu tento me modelar depois dele, de muitas formas. Gostaria de sugerir a quem quer estar em Hollywood, fazer o mesmo. A primeira coisa que você deve fazer é estar em condição física absolutamente perfeita. Isto significa que você deve realmente prestar atenção a sua dieta e você também deve treinar e malhar de modo que você se defina o máximo possível. Dê uma olhada nas fotos do Bruce ou dele em “Operação Dragão” e você vai ver como ele estava trincado (definido). A sua gordura corporal total tinha cerca de 4 por cento. Ele era realmente magro e em grande forma. Eu fiz exatamente a mesma coisa. Continuo treinando duro, e antes de eu ir para uma foto eu aumento meu treinamento e realmente revejo a minha dieta.

A outra coisa é que você deve ter técnica limpa. Não é suficiente apenas para ser um bom lutador. Você deve ser capaz de lançar um chute que ficará muito bem na câmera, e isso, como todos sabemos, vem de horas e horas de treino no dojo, seja em um saco de pancadas ou no ar.

A última coisa que eu sugiro é que tecnicamente você deve realmente trabalhar em seu alongamento e flexibilidade total. Você nunca sabe o que pode ter a ver com um conjunto, e a melhor maneira de evitar lesões é ser flexível, de modo que você não estenda os músculos. Se você se machucar e não poder realizar, isso pode significar 100 mil dólares facilmente dependendo da gravidade que a lesão for. 

Fonte: Fighting Arts

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O tiro que matou Brandon Lee – Jornal do Brasil (1993)

A suposta maldição que rondava as filmagens de The Crow (O Corvo) acabou fazendo uma baixa fatal. Brandon Lee, virtual herdeiro do filão dos filmes de artes marciais popularizados por seu pai, Bruce Lee, morreu durante a filmagem do longa de Alex Proyas, nos Estúdios Carolco, em Wilmington, Carolina do Norte. A Ironia das ironias é que no filme, Brandon Lee interpretava um astro do rock que volta da sepultura para vingar a sua morte e a da sua namorada.

Porém, desde o começo, ocorreram vários incidentes durante as filmagens. Logo no início, um dos carpinteiros responsáveis por todo o cenário, sofreu queimaduras durante o trabalho. Um assessor de imprensa se metera em um acidente de carro e parte dos cenários havia sido destruída por um trator fora de controle.

O trágico incidente de Brandon acontecera enquanto filmava uma cena na qual era baleado. A arma era para ser carregada com festim, porém o projétil foi disparado em Lee e se instalara em sua espinha depois de perfurar o seu abdômen.

Brandon Lee morreu aos 28 anos com 7 filmes no currículo (Legacy of Rage, Laser Mission, Kung Fu The Movie, Kung Fu The Next Generation, Massacre no Bairro Japonês, Rajada de Fogo e O Corvo). Lee iria se casar após as filmagens e se preparava para tomar o lugar deixado por seu pai, tido como o rei das artes marciais.

A sina da família Lee se manifestou

Brandon morre 20 anos após o pai Bruce Lee. Tão suspeita quanto a explosão que matou o jovem ator foram as circunstâncias – nunca esclarecidas – que cercaram a morte de seu pai, aos 32 anos em 1973. Circulam rumores que Lee tenha sido envenenado mas o que se sabe ao certo pela a autópsia é que sua morte foi causada por edema cerebral.

Por incentivo do pai, o pequeno Lee se iniciou nas artes marciais antes mesmo de aprender a andar. “Ele me ensinou que o domínio do próprio corpo só é possível depois de um domínio do interior”.

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Biografia de Brandon Lee

Logo que começou a andar, Bruce Lee, seu pai, já o treinava no estilo do Jeet Kune Do. Infelizmente, aos oito anos de idade perde o seu pai repentinamente. Logo depois se mudou para Los Angeles com sua mãe e sua irmã Shannon. Desde pequeno Brandon se interessava por teatro e sua mãe o matriculou na High School of Dramaturgic. Ao contrário de seu pai, Brandon queria ser conhecido por sua habilidade teatral e não pelos seus conhecimentos marciais.

Alguns anos mais tarde ingressou na Faculdade Emerson em Boston, Massachusetts, juntando-se a uma companhia de teatro. Brandon Lee retorna aos seus treinos de kung fu, conciliando com seus trabalhos teatrais. Volta a treinar na academia de Dan Inosanto e Ted Wong antigos alunos de Bruce Lee.

Faleceu durante as filmagens de The Crow, em português, O Corvo. Uma das cenas filmadas para o filme requeria que uma arma fosse carregada, engatilhada e apontada para a câmara mas, por causa da curta distância do tiro, a munição carregada era de verdade mas sem pólvora. Após a realização desta cena, o assistente do armeiro limpou a arma para retirar as cápsulas, derrubando um dos projéteis no cano. A arma foi carregada com festim (que normalmente tem duas ou três vezes mais pólvora do que um projétil normal, para fazer um barulho alto). Lee entrou no set com um saco de supermercado contendo uma bolsa explosiva de sangue artificial.

O projétil que estava preso no cano foi involuntariamente disparado em Lee, atravessando o saco que ele trazia, causando perfurações em seus órgãos internos e partindo sua coluna vertebral, causando sua morte por hemorragia interna, mesmo com a desesperada tentativa de uma cirurgia de seis horas para retirar a bala. Houve rumores de que os negativos com a filmagem de sua morte teriam sido destruídos sem que nunca fossem revelados. No entanto, segundo fontes extra-oficiais, a trágica cena foi incluída na edição final do filme. Existe praticamente um consenso entre os defensores dessa tese a respeito de qual é a tétrica cena: trata-se do momento em que Eric Draven, o personagem de Brandon, é alvejado por diversos policiais e o impacto do tiro que o matou arremessa o seu corpo para trás, fazendo com que ele atravesse a janela às suas costas. É provável que realmente seja essa cena, pois há uma nítida incoerência na continuidade: Eric, alvejado, atravessa a janela de costas e está caindo em direção ao chão, mas na tomada seguinte(quando os estilhaços do vidro ainda estavam caindo ao solo) ele já está ereto e se agarra ao parapeito da sacada do prédio, inclusive já estando de frente para o mesmo, algo que seria inteiramente impossível. Em toda a sequência seguinte à cena da quebra da janela, quando Eric foge da perseguição policial, o seu rosto não é focalizado em momento algum pela câmera, exceto já quase ao final da mesma e de forma bem rápida e ainda estando parcialmente encoberto, quando ele se levanta após uma queda. Em slow-motion, no entanto, é possível verificar que o rosto do ator que interpreta Eric Draven naquele momento não tem nem sequer a mais remota semelhança com a fisionomia de Brandon, sendo que nesta cena não se fazia necessária a presença de um dublê, pois não se trata de uma cena perigosa, apenas se levanta do chão e sai andando, a cena rendeu a Brandon Lee muita popularidade e após sua morte The Crow ainda teve continuidade, porém, sem o expressivo sucesso do primeiro filme.

Nos créditos finais do filme, os produtores incluíram uma homenagem a ele e sua noiva, Elisa Hutton. Sobre o fundo preto, aparece escrita a frase em branco: “For Brandon and Elisa.” O casamento de ambos se realizaria no dia 17 de abril de 1993, no México. Brandon, porém, morreu menos de três semanas antes, em 31 de março daquele ano.

O Brandon era conhecido como um brincalhão prático a amigos e as suas “férias” favoritas foram a Véspera de Todos os Santos

Brandon confessou que quando ele teve o seu primeiro emprego no cinema com 20 anos de idade, ele não pôde dormir e na primeira filmagem não tinha sono algum.

Um dos seus passatempos favoritos deveu tomar Eliza em dicas de caminho em volta dos EUA.

Durante a filmagem de Legacy of Rage, Brandon preferiu ir frequentemente as boates com Michael Wong do que ter uma boa noite de sono. E praticava artes marciais no início da manhã.

Quando era criança ele levava ratos em sua sala e depois vendia em lojas de estimação locais como comida de cobras.

Foi um leitor de livro, não gostava de ler jornais e não assistia jornais de TV.

Amava jogar Backgammon, pôquer, xadrez e gameboy.

Eliza foi uma parte muito importante da vida de Brandon (possivelmente a coisa mais importante para ele) e ele estava muito ancioso para seu casamento com o amor da sua vida. Eles tiveram um amor muito especial portanto pensamos que todos os leques seriam capazes de acrescentar algo para honrar Brandon e a sua amada este dia. Deve celebrar o amor e os temas imortais que inspiraram muito no filme The Crow.

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Li Shoran de “Sakura Card Captors” tem o nome referente ao nome chinês de Bruce Lee

Li Shoran do anime “Sakura Card Captors” tem o nome referente ao nome chinês de Bruce Lee (Li Xiaolong).

A grafia foi escolhida por uma votação com os leitores. A grafia do nome dele seria “Li Hsiaolang” em notação Wade-Giles, ou “Li Xiaolang” em Pinyin que significa “Pequeno Lobo”. O nome dele é uma referência a “Li Xiaolong”, o “Pequeno Dragão”, conhecido no ocidente como Bruce Lee.

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10 dicas fundamentais de Bruce Lee

Para alguns, ele foi um ator; para outros o maior artista marcial de todos os tempos. Mas poucos conhecem um outro lado igualmente excepcional, o de filósofo. Confesso que fiquei surpreso quando peguei emprestado o livro “O Tao do Jeet Kune Do” e conheci um lado que não imaginava. Bruce foi um grande pai, um marido dedicado e detentor de uma disciplina marcial de dar inveja a qualquer lutador do UFC. Ele foi um exemplo em todos os aspectos, mas acredito que o maior de todos exemplos dele é o de vida.

Abaixo estão 10 lições de vida que um dos maiores lutadores de todos os tempos deixou para nós em apenas 32 anos de vida.

1. OBJETIVO
“Um objetivo nem sempre é para ser atingido, frequentemente serve apenas como algo a ser mirado.”

Esse talvez seja um dos clichês da motivação mais negligenciados. Ter objetivo é importante, mas não é tudo. É preciso apreciar a jornada tanto quanto a chegada. De fato, estudos comprovam que o corpo humano produz mais serotonina (hormônio da felicidade) quando estamos prestes a conseguir algo do que quando conseguimos. Se você tem um bjetivo, faça dele uma consequência de algo valioso, e que se não der certo, tudo bem, valeu a pena.

2. FLEXIBILIDADE
“Limpe a sua mente e seja como a água, sem forma. Você coloca a água num copo e se torna o copo, coloca água em uma garrafa, se torna a garrafa.”

Resisticência e adaptabilidade são duas das mais valiosas qualidades que uma pessoa pode ter. Não seja duro, lento e difícil de lidar. Seja flexível, rápido e fácil de conviver — adapte-se às circustâncias em vez de confrontá-las. Flexibilidade é a capacidade que algo tem de se moldar às adversidades, a água é o maior exemplo, ela não se opõe aos obstáculos, se molda a ele.

3. TEMPO
“Se você ama a vida, não desperdice tempo, é de tempo que a vida é feita.”

Você já leu isso em algum lugar, mas Bruce colocou isso de uma forma diferente. Se a vida é feita de tempo — logo é limitada — , então viver é aproveitar o tempo. Evite reclamar que você não tem tempo, evite sonhar com um dia de 30 horas, isso é perda de tempo. Se você tem apenas 1 hora livre no final do dia, aproveite! Faça algo que realmente te deixe feliz. E se você não está feliz hoje, se algo lhe incomoda, saiba que você está perdendo tempo. Mude!

4. PROPÓSITO
“Viver de verdade é viver para os outros.”

Que graça a vida teria se não tivéssemos ninguém para compartilhar? Ninguém para cuidar, ninguém que nos esperar ao final do dia, ninguém para nos motivar… alguém que valha a pena luta. Não é hipocrisia, não falo da boca pra fora, eu realmente acho que o propósito da vida de cada um é fazer os outros felizes. Porque se as pessoas com quem me importo forem felizes, eu também serei. Para manter isso sempre aceso dentro de mim, frequentemente me pergunto: o que você pode fazer para alegrar o dia de alguém (sem esperar nada em troca)?

5. ACEITAÇÃO
“Não pense sobre quem está certo ou errado ou quem é melhor que o outro. Não seja nem a favor nem contra.”

Você não acha que o mundo seria melhor se as pessoas não julgassem tanto umas as outras? Outro dia eu comentei que nem todo mundo quer mudar o mundo, mas todo mundo gostaria de mudar o outro. Um amigo concluiu brilhantemente: devíamos querer mudar a nós mesmos. Para mim, falar dos outros é uma perda de tempo e pior, é nocivo. Precisamos entender que o mundo é um lugar heterogêneo e agradecer por ele ser assim.

6. FOCO
“Eu não temo o homem que praticou 10.000 chutes uma vez, eu temo aquele que praticou um chute 10.000 vezes.”

Seja um especialista. Se você quer ser muito bom em algo, pratique, pratique, pratique. E quando você achar que já praticou o suficiente, pratique o dobro. E quando você achar que não tem mais como melhorar, pratique um pouquinho mais. Seja o melhor em algo e você será reconhecido por isso. Não desista no meio.

7. SIMPLICIDADE
“Simplicidade é a chave para algo brilhante.”

Vivemos em um mundo onde tudo é complexo e cheio de detalhes. Mas, ainda assim, valorizamos o que é simples. Felicidade vem de dentro, do que sentimos não do que temos. Precisamos desobstruir o caminho da felicidade, eliminar as superficialidades da vida, querer cada vez menos não mais. As pessoas mais admiráveis que conheci (ou li) frequentemente foram as mais simples e modestas também.

8. ENCONTRE O SEU CAMINHO
“Absorva o que lhe é útil, descarte o que não é, e adicione algo único.”

Quando começamos algo (seja a vida ou um curso técnico), precisamos ouvir, aprender e observar. Dessa forma, absorvemos o conhecimento necessário para fazermos do nosso jeito. Testando, vemos o que funciona conosco e o que não. Essas adaptações são cruciais para criar um estilo próprio. Ao final, acrescente pequenos toques pessoais. Não viva à sombra dos outros.

9. EGO
“Artes-marciais são principalmente fonte de auto-conhecimento. Um soco ou um chute não é para arrancar os males do cara a sua frente, mas para arrancá-los seu próprio ego, medo e obstáculos.”

Tudo que você faz envolve seu ego. É ele que fica assustado, sente medo e impede você de fazer algo porque assim já está bom. Aprenda a controlar os seus próprios medos e convertê-los em motivação, essa é a maior fonte de coragem.

10. COMECE AGIR
“Saber não é o suficiente, você tem que aplicar; querer não é o bastante, você tem que fazer.”
A frase diz por si só. Pare de ler e vá por em prática.

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